da) dias é uma fracção constante & (n) da mortalidade externa de indivíduos com menos de um ano. Assim de (2) e (3) vem b. log? (1 + 1) =—=hk (n). b. log? 365 londe log! (n +1) El sos Se designarmos por E (n) a mortalidade exógena será, de (3), b. fín)= E (fn)=k (n). E (365) o que permite escrever (1) sob a forma D(n)=a4 k(n). E (365) expressão pela qual se vê que, se marcarmos em abcissas os valores de k (n), os valores de D (n) correspondentes estarão sobre uma recta cuja ordenada na origem, a, mede a mortalidade endógena e cujo coeficiente angular E (365) mede a mortalidade exógena com menos de 1 ano de idade. A função & (n) tem os valores seguintes n (meses) k(n) (nmeses) k(n) í o RB 0,199 0,341 0,451 0,541 io 0,620 11 0,689 19 0,751 0,809 0,862 0,911 0,957 1,000 A relação (4) admite que a partir duma certa idade, que designamos por &« as mortes de origem endógena são nulas; na prática não sucede bem assim e os casos veri- ficados aumentarão à medida que os recursos da medicina permitirem um combate mais eficiente à mortalidade endógena. Nas idades inferiores a « não se verifica a relação (4) pois para essas idades não só é variável a percentagem de mortes de origem endógena como também se verificará sempre um certo número de mortes de origem exógena. Para essas idades teriamos uma expressão de forma +- D (n)=a. k (n) +b. f (n) (5) Prâticamente obtem-se bons resultados com o valor de a igual a 1 mês. Como as nossas estatísticas não fornecem elementos para idades inferiores, o que podemos afirmar é que não é superior a 1 mês, mas pode ser inferior. À análise que fazemos da mortalidade infantil em Portugal continental permite verificar a relação (4) e separa as duas mortalidades, endógena e exógena. O método prático consiste em calcular os valores de D (n) que as estatísticas permitem e obter assim um conjunto de pontos à custa dns quais se determina os parâmetros da recta