ua 25 da recta (4) à custa das taxas de mortalidade calculadas com base nos nados-vivos, aceitá-lo como uma parcela da mortalidade perinatal mas não como mortalidade endógena e obter em seguida a mortalidade perinatal por adição a a da taxa de nado-mortalidade cal- culada das estatísticas e que sabemos ser um valor por excesso na mesma medida em que a é uma medida por defeito da mortalidade endógena. À mortalidade exógena não é afectada pelos erros cometidos devido a falsas declarações de nados-mortos. No que respeita à mortalidade no primeiro mês de vida em que a recta (4) não é aplicável parece lógico admitir-se que a actuação das causas endógenas diminua com a idade até um limite « atingido na idade em que a recta (4) passa a ser aplicável. Assim, como acima dissemos. será D fn)=9 (n). a +k (1). E (1) onde k (n) terá ainda o mesmo significado e o (n) é uma função tal que para na toma o valor 1 No cálculo da mortalidade endógena com base nas estatísticas de causas de morte encontramos valores que excedem sempre os calculados pelo método biométrico (Mapa IX). Este facto parece fjustificar-se pela tendência em atribuir à causa 38 mortes que em rigor deveriam atribuir-se a causas externas e isto tanto mais quanto maior é o número de mortes sem assistência médica embora mesmo nos casos em que há assistência ele se verifique, sobretudo quando se trata de causas múltiplas. Ao mesmo tempo o número de falsos nados-mortos actua em sentido inverso na mortalidade endógena assim calculada. Desta forma a taxa determinada pela estatística de causas de morte está influenciada por duas causas de êrro actuando em sentido contrário. Será assim a=a49 td XxX 4 a == mortalidade endógena real a, == mortalidade endógena determinada das estatísticas x ==êrro resultante de falsos nados-mortos y ==êrro resultante de deficiência de rigor na declaração de causas de morte. Por outro lado aa tbtx a, == mortalidade endógena determinada pelo método biométrico. Note-se que o valor de az referido se deve tomar como respeitante a mortes com menos de um mês para efeitos de comparação dos dois métodos, Assim poderemos tomar como valor de a a média das suas duas estimativas 2 a=a-tTa++2x—y a== (aq +a)+Xx Atendendo à sua natureza parece lógico admitir que é Y>x e, à falta de critério mais bem fundamentado, admitiremos que y = 2 x por y ser afectado por dois factores, falta de assistência e dificuldades técnicas, e x apenas por um factor, dificuldades burocráticas: