<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<TEI xmlns="http://www.tei-c.org/ns/1.0">
  <teiHeader>
    <fileDesc>
      <titleStmt>
        <title>Análise de alguns indicadores demográficos</title>
      </titleStmt>
      <publicationStmt />
      <sourceDesc>
        <bibl>
          <msIdentifier>
            <idno>1896057985</idno>
          </msIdentifier>
        </bibl>
      </sourceDesc>
    </fileDesc>
  </teiHeader>
  <text>
    <body>
      <div>É 
C 
: DD 
É 
rf 
j 
&amp;gt; 
ia 
uv 
vu 
: 
O 
ho 
co 
No 
ke 
D 
(In 
PD 
(O 
No 
CS 
— 
rs. 
- 
=. 
Cs 
=) 
q 
E, 
to 
— 
&amp;gt; 
2 
O 
2 
e) 
= 
NI 
— 
er 
o 
MM 
A 
DP 
Sã 
T. 
A 
a 
DU 
co 
P 
Ooo 
O 
(o 
pe 
ros 
TÁBUAS DE MORTALIDADE, SUA INTERPRE- 
TACÃO E SUAS LIMITAÇÕES 
: 
+ 
O instrumento de análise demográfica que mais atenção tem merecido é, sem 
da, a Tábua de Mortalidade e é também aquela cujo uso está mais espalhado 
| j&amp;o sobretudo ao desenvolvimento dos seguros sobre a vida humana. 
Cá Esta atenção tem feito desenvolver os métodos de cálculo e os de tratamento dos 
ps de observação no sentido de se obter uma medida das probabilidades anuais de 
'te por idades em vez de taxas de mortalidade. Entende-se por taxas o valor do 
ente entre o número de mortes observadas num grupo e o total desse grupo num 
O intervalo de tempo. Trata-se, como se vê, de uma definição concreta e o seu valor 
21ão será determinado com rigor devido às dificuldades de contagem dos efectivos dos 
Pos que se comparam. Por probabilidade anual de morte entende-se um parâmetro 
ha população de que se observa uma parte (amostra) medindo-se nesta amostra uma 
1 de mortalidade e procurando dela inferir qual o valor mais provável do parâmetro 
população. Há agora motivo para atender a êrros de amostragem o que não sucede 
vaso das taxas. : 
Estas probabilidades de morte anuais formam o núcleo da Tábua de Mortalidade 
seu cálculo põe ao demógrafo o duplo problema de tratamento dos dados para 
ensão de taxas e de inferência a partir destas da provável grandeza das probabili- 
les de morte. 
— —Notemos desde já que se trata dum fenómeno de massa e que as probabilidades 
' se determinam se referem ao grupo e não ao indivíduo e que tomaremos como 
'babilidade o limite estocástico da frequência de ocorrência do acontecimento, ficando 
im à determinação sua sua estimativa dependente de se divor dum número suficien- 
1ente grande de observações. 
Define-se probabilidade anual de morte à idade x para um dado agregado como 
do a probabilidade que um individuo desse agregado tem de morrer antes de atingir 
dade x+ rs, É esta a definição corrente e, embora se refira ao indivíduo, é insepará- 
do agregado. Deve apenas interpretar-se no sentido de que num sub agregado de 
ctivo N de composicão identica à do agregado total devemos esperar N. q. mortes 
for qr a probabilidade de morte nesse agregado. 
. — Ao falarmos em composição idêntica temos em mente que o agregado observado 
16 é homogéneo no que respeita à característica em causa, isto é, que seria possível</div>
    </body>
  </text>
</TEI>
