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da recta (4) à custa das taxas de mortalidade calculadas com base nos nados-vivos, aceitá-lo
como uma parcela da mortalidade perinatal mas não como mortalidade endógena e
obter em seguida a mortalidade perinatal por adição a a da taxa de nado-mortalidade cal-
culada das estatísticas e que sabemos ser um valor por excesso na mesma medida em
que a é uma medida por defeito da mortalidade endógena. À mortalidade exógena não
é afectada pelos erros cometidos devido a falsas declarações de nados-mortos.

No que respeita à mortalidade no primeiro mês de vida em que a recta (4) não é
aplicável parece lógico admitir-se que a actuação das causas endógenas diminua com a
idade até um limite « atingido na idade em que a recta (4) passa a ser aplicável. Assim,
como acima dissemos. será
D fn)=9 (n). a +k (1). E (1)
onde k (n) terá ainda o mesmo significado e o (n) é uma função tal que para na toma
o valor 1
No cálculo da mortalidade endógena com base nas estatísticas de causas de morte
encontramos valores que excedem sempre os calculados pelo método biométrico (Mapa IX).
Este facto parece fjustificar-se pela tendência em atribuir à causa 38 mortes que em
rigor deveriam atribuir-se a causas externas e isto tanto mais quanto maior é o número
de mortes sem assistência médica embora mesmo nos casos em que há assistência ele
se verifique, sobretudo quando se trata de causas múltiplas. Ao mesmo tempo o número
de falsos nados-mortos actua em sentido inverso na mortalidade endógena assim calculada.
Desta forma a taxa determinada pela estatística de causas de morte está influenciada
por duas causas de êrro actuando em sentido contrário. Será assim

a=a49 td XxX 4

a == mortalidade endógena real

a, == mortalidade endógena determinada das estatísticas

x ==êrro resultante de falsos nados-mortos

y ==êrro resultante de deficiência de rigor na declaração de causas de morte.
Por outro lado

aa tbtx

a, == mortalidade endógena determinada pelo método biométrico.

Note-se que o valor de az referido se deve tomar como respeitante a mortes com
menos de um mês para efeitos de comparação dos dois métodos,

Assim poderemos tomar como valor de a a média das suas duas estimativas
2 a=a-tTa++2x—y
a== (aq +a)+Xx

Atendendo à sua natureza parece lógico admitir que é

Y>x

e, à falta de critério mais bem fundamentado, admitiremos que y = 2 x por y ser afectado
por dois factores, falta de assistência e dificuldades técnicas, e x apenas por um factor,
dificuldades burocráticas: