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Análise de alguns indicadores demográficos

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Bibliographic data

fullscreen: Análise de alguns indicadores demográficos

Monograph

Identifikator:
1896057985
URN:
urn:nbn:de:zbw-retromon-235061
Document type:
Monograph
Title:
Análise de alguns indicadores demográficos
Place of publication:
Lisboa
Publisher:
Tipografia Portuguesa
Year of publication:
1953
Scope:
50 S.
graph. Darst
Digitisation:
2022
Collection:
Economics Books
Usage license:
Get license information via the feedback formular.

Chapter

Document type:
Monograph
Structure type:
Chapter
Title:
III. - Mortalidade infantil endogena e exogena
Collection:
Economics Books

Contents

Table of contents

  • Análise de alguns indicadores demográficos
  • Title page
  • I - Indicadores demograficos
  • II. - Indices de preferência
  • III. - Mortalidade infantil endogena e exogena
  • IV. - Tábuas de mortalidade, sua interpretacao e suas limitacoes
  • Contents

Full text

21 
sivos valores de n não estariam uma paralela ao eixo dos & (n) mas sobre outra curva 
que a análise dos gráficos das taxas de mortalidade devida à causa 38 (gráfico II) mos- 
tra ser uma parábola. O ajustamento matemático justifica esta hipótese porquanto com 
tal procedimento se obtiveram desvios padrões muito pequenos (Mapa XI). Note- 
se que não estamos a admitir que as taxas referentes à causa 38 meçam a mortalidade 
endógena, mas apenas que elas estarão muito mais influenciadas por causas endógenas 
que por causas exógenas e que assim a sua marcha reflete a mortalidade endógena. 
Esta hipótese leva, como consequência lógica, a admitir que as taxas de mortalidade 
total não estarão também sobre uma recta o que contraria a segunda hipótese de Bour- 
geois-Pichat. Para o verificar procuramos ajustar parábolas a estas taxas (Mapa X) 
obtendo resultados que se adaptam melhor à observação do que os conseguidos pelo 
ajustamento de uma recta como o provam os desvios padrões calculados. 
Estas alterações trazem para D (n) a expressão 
D (n)=[a+a).k(n)-HFazk(n)) [ao Epa. k (n)+aA ok (nl= 
—=a+a.k(n)>+-akº(n) 
onde a primeira parábola se refere à mortalidade endógena e a segunda à exógena. 
Expressa sob esta forma, a mortalidade endógena deixa de ser constante, pelo 
que tomamos como característica da população a mortalidade endógena com menos de 
i ano, idade para o qual é & (n)=1; portanto será 
a (D==a9+ta,+-ds 
º a mortalidade exógena será 
E (D=açq+a, +-T 
Como tomamos para valor de « um mês, o valor obtido por este método para a 
mortalidade endógena com menos de 1 mês será comparável com o que se obtem pelo 
método biométrico de Bourgeois-Pichat, isto é, os valores que figuram no Mapa XI para 
y. com <1 mês deverão coincidir com os que figuram no Mapa IX coluna (6). Este 
raciocínio servirá para rectificar as parábolas ajustadas à mortalidade devida à causa 38 
(Mapa XI) imprimindo-lhe uma translacção no sentido — OY de amplitude igual a 
[a' (<1 més)]| — a (Bourgeois-Pichat). 
Obteremos assim as parábolas e taxas endogénicas que figuram no Mapa XL-A. 
MAPA XLA 
HM 
Anos 
[940 . 
[94] 2... 
1942 
1943 ++ 
1944 + + ++ 
j945 20 
1946 ++ 
1947 ++. 
1918 «++ 
1949 . ++ 
1050 . + + 
da 
17,505 
=< 
15,797 
16,808 
14,259 
14,487 
4,158 
7,029 
4,384 
2,957 
4.908 
o 
36,931 
= 
29,950 
32,879 
33,440 
2,211 
30,321 
26,305 
27,190 
29,431 
3 IT3 
— 20,186 
— 15,178 
— 17,313 
— 18,094 
— 17,922 
— 15,866 ; 
— 13,722 
— 14,051 
— 15,018 
— 11.584 
24,05 
x 
21,15 
22,66 
20,19 
20,38 
19,57 
21,71 
19,23 
18.31 
18.38 
a 
- 
27,76 
x 
24,25 
16,01 
23,56 
23,73 
22,66 
24,41 
22,03 
21,35 
50 80 
31,57 
27,55 
29,52 
27,05 
27,20 
25,91 
27,24 
24,98 
24,58 
3,39 
7 
33,86 
29,73 
31,74 
29,17 
29,32 
27,97 
29,01 
726,88 
26,69 
295113 
<< 1lW 
34,39 
>< 
30,48 
32,39 
29,70 
29,87 
28,61 
29,60 
27,49 
27,40 
2577 
< 12 
34,25 
< 
30,57 
32,37 
29,61 
29,78 
28,61 
29,61 
27,52 
27,47 
25,87 
Mortali- 
dade 
Exógena 
109,03 
< 
97,16 
97,58 
2,10 
82,98 
87,76 
73,41 
72,40 
82,25 
AISO 
“ — tonor:
	        

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Análise de Alguns Indicadores Demográficos. Tipografia Portuguesa, 1953.
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